13 de novembro de 2012

T-E-M-P-O


Conclusão mais óbvia do século: todos estamos sempre sem tempo!
Me pergunto então por que tantos perdem tantas horas em coisas que envolvem tão pouco amor. 


Somos apaixonados por personalidades que não conhecemos e por lugares que nunca estivemos e resta pouco para nos encantarmos com o que está ao nosso redor. Perdão, mas não conseguir ver todas qualidades do que nos rodeia é como viver usando óculos com o grau errado. Temos a impressão de que temos uma boa visão, porém não sabemos o que estamos perdendo até colocar o óculos certo. A solução é simples, é só marcar a consulta e torcer para que o oftalmologista consiga fazer o ajuste!

Buscamos tanto o sentido da vida e não percebemos que não existe a pergunta e sim o objetivo de "dar sentido à vida", essa é a grande questão. É importante construir elos - de preferência que os mais fortes deles sejam com nossos princípios - e, como numa prova de direito, nos perguntarmos: "Qual dos meus princípios devo aplicar aqui?". Outra tarefa importante é a de explorar a vida, suas potencialidades, as oportunidades e verificar o quanto isso vai convergir para um autoconhecimento prazeroso.

Como disse um professor meu, dar sentido à vida é colorir, buscando alegria, sabendo que a tristeza faz parte! Não perder o "time", fazer o que queremos na hora certa, dar aquele abraço, aquele consolo, aquela palavra de apoio. Repetindo, mas, o 'na hora certa' é o segredo de tudo, o adiamento é desnecessário. A única certeza que temos na vida é que teremos um conjunto de perdas, ganhos não são garantidos. Contudo, com o óculos certo, garanto que há mais probabilidades que consigamos um saldo positivo.

Tempo, esse que passa correndo, se houvesse um modo de pausar apenas por um instante, garanto que ao sorrirmos, perceberíamos ele nos sorrindo de volta. Se algo tem de ficar estático, que sejam nossas desculpas e reclamações. Então, o que fazer para aproveitar os momentos? Viver o agora sabendo valorizar os pequenos prazeres... usando o óculos com o grau certo, simples assim.

16 de março de 2012

Ressacas...


Pedi meu quentão, logo os ventos frios tomaram conta e o calor partiu.  

Assim ocorre ainda com a maioria das relações que passam.
S
olto um pouco o copo, surge o tempo e só resta três escolhas:
a) Vou tomando aquele líquido frio até acabar;
b) Desisto, porque, convenhamos, esse troço não se toma gelado;
c) Peço outro quentão (calor em fuga, parte II)  


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Digamos que boas amizades e relacionamentos são como o vinho. É sensacional!
Não precisam ser quentes, sempre nos aquecem e doses diárias aumentam a qualidade de vida. 
Muito vinho ressaca e que baita presente pra dar. 
Dor de cabeça tá no embrulho, dele e de qualquer relação mais profunda. Por que se privar do vinho e de boas relações? Depois o Tylenol, o Engov ou uma boa conversa, resolvem. Faz parte.

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Vinhos, aquecem, mas com inúmeros gostos peculiares.Como escolher? Como bons consumidores, pensamos no custo-benefício. Vantagens-desvantagens. Ou, já diriam os economistas, vamos considerar a utilidade deles em relação aos outros. Será? 
Há muito mais! Sentimentos, antes de qualquer racionalização. 
Somos humanos que não pensam de forma linear e tampouco parecida ou seguindo algum padrão. 

Amizade e qualquer relacionamento sincero é isso. Não há padrão, nem regras e muito menos previsão do que vai acontecer no dia seguinte. A única conclusão indiscutível é que o vinho é a bebida que mais favorável à saúde.  O consumo é indicado. Doses diárias de vinho são doses diárias de vida. Os melhores médicos recomendam, fica dica.

13 de jun de 2013