16 de março de 2012

Ressacas...


Pedi meu quentão, logo os ventos frios tomaram conta e o calor partiu.  

Assim ocorre ainda com a maioria das relações que passam.
S
olto um pouco o copo, surge o tempo e só resta três escolhas:
a) Vou tomando aquele líquido frio até acabar;
b) Desisto, porque, convenhamos, esse troço não se toma gelado;
c) Peço outro quentão (calor em fuga, parte II)  


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Digamos que boas amizades e relacionamentos são como o vinho. É sensacional!
Não precisam ser quentes, sempre nos aquecem e doses diárias aumentam a qualidade de vida. 
Muito vinho ressaca e que baita presente pra dar. 
Dor de cabeça tá no embrulho, dele e de qualquer relação mais profunda. Por que se privar do vinho e de boas relações? Depois o Tylenol, o Engov ou uma boa conversa, resolvem. Faz parte.

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Vinhos, aquecem, mas com inúmeros gostos peculiares.Como escolher? Como bons consumidores, pensamos no custo-benefício. Vantagens-desvantagens. Ou, já diriam os economistas, vamos considerar a utilidade deles em relação aos outros. Será? 
Há muito mais! Sentimentos, antes de qualquer racionalização. 
Somos humanos que não pensam de forma linear e tampouco parecida ou seguindo algum padrão. 

Amizade e qualquer relacionamento sincero é isso. Não há padrão, nem regras e muito menos previsão do que vai acontecer no dia seguinte. A única conclusão indiscutível é que o vinho é a bebida que mais favorável à saúde.  O consumo é indicado. Doses diárias de vinho são doses diárias de vida. Os melhores médicos recomendam, fica dica.

13 de jun de 2013